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Você sabe quais as diferenças entre um vigia e um vigilante?

1 de dezembro de 2010

A sensação de insegurança tem levado a população a investir em tecnologia para se proteger. São câmeras, alarmes e centrais eletrônicas de vigilância. A Federação Nacional de Empresas de Vigilância (Fenavist) vê o crescimento da vigilância eletrônica como um importante aliado ao segmento, mas aconselha que o ideal é unir as novas tecnologias com a ação do homem.

Mas nem todos os gestores, na hora de contratar profissionais para atuarem na segurança de seus negócios, sabem diferenciar as funções. O erro mais comum na designação dos profissionais é confundir as atividades de um vigilante com a de um vigia.

Legalmente e na prática, as funções são completamente diferentes. Um vigia é o profissional designado para realizar trabalhos de vistoria, sem a exigência de qualificação profissional. Ele toma conta do patrimônio, desarmado, e não está submetido à exigências de idade mínima, cursos ou registro junto à Polícia Federal. Ele tem funções mais brandas e de modo menos ostensivo.

Já um vigilante presta serviços de segurança com atribuições específicas, assemelhada ao policiamento, de natureza parapolicial. Ele necessita de especialização e aprimoramento para exercer sua profissão. Suas atividades, mais abrangentes do que as de um vigia, são regidas pela Lei 7.102 /83, que dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros e estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores.

Para ser vigilante, é necessário ter no mínimo 21 anos, a 4º série completa e ainda passar por testes e cursos. Vigilante é aquele profissional especializado, treinado para segurança de valores, e que tem porte de arma, mesmo que não a utilize. Neste caso, o registro deverá ser feito através da Polícia Federal.

 
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